📧 As pessoas chegam… mas não compram. Por quê?


Olá, Reader

A situação que quero destrinchar hoje é uma daquelas coisas que todo empreendedor passa e que muitas vezes não sabe porque.

“As pessoas se interessam pelo meu trabalho, mas não compram. Eu converso, envio proposta… e a resposta não vem. E aí eu não sei se é o preço, o momento da pessoa ou alguma outra coisa.”

Assim como você, conheço bem esse lugar. E sei o quanto ele é dolorido, principalmente quando sabemos que a nossa entrega é potente e que a transformação que geramos é real.

Essa situação sempre gera na gente uma dúvida: o que será que não “clicou” aqui? E as primeiras suposições são o quanto cobramos, ou a possibilidade da pessoa não conseguir investir agora, ou até achamos que é porque ela não gostou da nossa vibe.

Mas o que menos acontece é olhar para esse resultado e suspeitar de algo maior ou mais profundo: como a possível falta de confiança dessa pessoa no nosso trabalho.

Na prática, a falta de confiança dificilmente é verbalizada. A pessoa não vai dizer que não confia em você ou no seu trabalho. Ela vai dizer que vai pensar, que precisa se organizar, que não é o momento. O que, em muitos casos, pode até ser verdade.

Mas se isso acontece o tempo todo, é preciso assumir essa possibilidade e se perguntar: o que, no meu negócio hoje, não está sustentando a confiança necessária para que essa decisão aconteça?

Quando o assunto é marketing e negócios, é importante entender que a confiança é um ativo que precisa ser construído no tempo, a partir de diferentes partes do seu negócio funcionando juntas. Tenho certeza de que hoje já existem partes do seu negócio que estão bem estruturadas e que transmitem essa confiança.

Mas, se você está percebendo uma quebra no fluxo de vendas, é um sinal de que alguma dessas partes não está ajudando a sustentar o todo.

O que é necessário ter rodando para elevar o nível de confiança das pessoas no seu trabalho?

A construção de confiança em um negócio autoral acontece quando você faz três coisas ao mesmo tempo, com consistência e segurança.

A primeira é explicar com clareza o que você faz.

Se a pessoa não entende com facilidade o que você entrega, para quem é e qual transformação você gera, a confiança não começa. É preciso saber explicar de vários jeitos e desde diferentes perspectivas. É um trabalho de tradução do seu ponto de vista.

A segunda é criar caminhos para que essa pessoa te encontre facilmente e chegue até o seu negócio.

Um caminho é confuso, desconectado ou que exige muito esforço para chegar até você, a confiança se enfraquece. Afinal, se para te contratar é difícil, imagine como vai ser depois que eu tiver assinado o contrato.

E a terceira é estruturar e lapidar os bastidores do seu negócio para receber as pessoas da melhor forma possível.

Quando a estrutura que você montou não sustenta a experiência que você promete, a confiança se perde ao longo do processo. Isso aparece, por exemplo, quando a pessoa chega até você, mas fica confusa sobre como é o processo, o que esperar ou qual é o próximo passo depois que ela começa a trabalhar com você.

Tudo isso para te dizer que, elevar o seu nível de confiança não é melhorar um post, ajustar uma proposta ou mudar o preço da sua oferta. É ter clareza sobre esses três pontos, cuidar deles com consistência e não perdê-los de vista a cada nova tendência.

Eu sei que fazer isso não é simples, ainda mais para quem empreende sozinho. E é por isso que o meu trabalho existe.

Acompanhar esse processo de organização, para que você consiga estruturar essas bases, elevar o nível de confiança no seu negócio e, como consequência, vender com mais consistência.

Porque confiança não é sorte.

É estrutura.

Te desejo uma excelente semana! Até breve.

Ana Fragoso
Estruturo negócios autorais com clareza, presença e autonomia digital.


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