📧 Negócios não crescem só com conteúdo.


Olá, Reader

Hoje quero falar sobre networking.
Mas não no sentido “saia de casa e vá a eventos para conhecer pessoas”.

Quero falar de um networking intencional, aquele que você sabe muito bem por que está fazendo.

O negócio autoral não vive só de conteúdo. Mesmo quando o seu conteúdo é espetacular, muito bem feito, elaborado e distribuído em vários canais, pode ter certeza de que existirão lugares e pessoas onde ele não vai conseguir chegar, graças ao algoritmo.

Aí a gente tem algumas opções: pagar mais para o algoritmo levar esse conteúdo para fora da nossa bolha ou começar a se conectar com pessoas que podem nos ajudar a levar nossa mensagem para as bolhas delas. E na atual conjuntura, está valendo a pena optar pela segunda opção...

Mas fazer networking não é fácil e não é algo que a gente faz espontaneamente. Ao mesmo tempo, é uma camada importantíssima da arquitetura do seu negócio.

No Slow Marketing, focamos muito na construção de caminhos até você e o seu negócio. E um dos caminhos mais adiados (e odiados? rsrs), mas também mais potentes, é o networking.

Esse caminho é tão importante para ter um negócio sustentável que, na mentoria, nem chamo de networking. Eu chamo de Hub Marketing.

O Hub Marketing é a ação constante de mapear, conectar e estreitar laços com pessoas, lugares, eventos e qualquer coisa que, para você, seja um hub — um ponto central onde pessoas se conectam.

Um evento da sua área é um ponto central de pessoas que se interessam pelo mesmo assunto, e que você pode se oferecer para palestrar.

Um podcast é um ponto central de ouvintes que podem gostar de um assunto que você domina, por isso ele é um hub para você dar uma entrevista.

Uma pessoa que trabalha com um tema relacionado ao seu é um hub de pessoas que podem se interessar pelo seu trabalho.

O importante é entender que Hub Marketing é divulgar sua mensagem onde as pessoas já estão olhando e escutando, e conseguir que as pessoas em quem o seu público já confia, falem sobre você. E o trabalho aqui é mapear, entrar em contato e manter o relacionamento com essas pessoas e lugares, gerando oportunidades constantemente.

Explicado assim, parece muito simples. É tipo um “vai lá e faz”… até você ter que ir lá e fazer.

Entrar em contato com pessoas pela primeira vez, para muita gente, pode ser desconfortável, meio travado, porque se trata de uma competência que exige conhecimento e habilidade de comunicação que muitas vezes a gente ainda não desenvolveu.

O processo passa por saber escolher com quem se conectar, como abrir uma conversa sem parecer interesseira, como manter esse contato ao longo do tempo para que ele se transforme em um vínculo real, como pedir alguma coisa sem passar dos limites… há tantas variáveis que esse processo pode se tornar um desafio difícil de atravessar.

Por muito tempo, esse caminho foi um ponto fraco no meu negócio. Eu não fazia networking. Esses contatos aconteciam meio no acaso, na serendipidade, mas não estavam integrados no meu dia a dia como deveriam.

E, um dia, ficou claro que não dava mais para ser assim. E eu precisei buscar ajuda.

A Valeska Petek já era minha cliente na época. E, olhando de perto, comecei a perceber o quanto ela fazia networking com uma naturalidade que eu não tinha.

Foi aí que eu decidi aprender com ela.

Fiz uma mentoria focada nisso e, nesse processo, comecei a entender melhor como esse tipo de conexão acontece na prática.

Não era forçado. Não era invasivo. Não era aquele networking “estratégico demais” que a gente sente de longe, sabe? Era um contato leve, direto, respeitoso e ao mesmo tempo, muito intencional.

E, este ano, ela transformou isso em um livro: Converse com quem você quiser — e eu tive o prazer de escrever o prefácio. (para conhecer e adquirir, clique aqui)

O livro não ensina networking no sentido clássico. Ele organiza algo que, para muita gente, é meio nebuloso: como se aproximar, como sustentar uma conversa, como construir um vínculo sem parecer que você está “querendo algo”.

E, para mim, isso se conecta diretamente com essa camada da arquitetura do negócio, a de criar caminhos até nós, mas aqui, através de pessoas e não de algoritmos.

Porque é fato: um negócio autoral não cresce só pelo que você publica. Ele cresce também pelas relações que você constrói e sustenta ao longo do tempo.

Se esse é um ponto que ainda não está estruturado no seu negócio, e se você sente que falta repertório para começar ou para fazer isso melhor, recomendo ler o livro da Valeska, que com certeza será um excelente ponto de apoio para dar os primeiros passos no seu Hub Marketing.

Depois me conte o que achou!

Ana Paula Fragoso
Estruturo negócios autorais com clareza, presença e autonomia digital.


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